Rito

(...)

o coração solitário, inalterado
nos últimos tempos, sobrevive
de si mesmo

sente descomedidamente
sem precisão, sem alento
: tudo é motivo de considerar

a fragilidade, inerente do momento,
não afasta essa análise profunda
que a própria alma emana

há uma sede de transbordar
uma alforria fidedigna
para cada pulsar

libertando-me, assim, 
do peso do caos que remanesce,
aqui dentro, em plena pujança.

Escrito por Aline Goulart

8 comentários :


  1. Olá amiga, boa noite. Navegando na net encontrei seu blog, amei suas postagens, sou fã de poesias e já estou seguido e com certeza voltarei mais vezes aqui.

    Convido você a conhecer os meus blogs e páginas, se gostar segue ou curta, ficarei feliz e agradecida.
    Tenha uma abençoada noite e um amanhecer feliz.
    http://filosofandonavidaproflourdes.blogspot.com.br/
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  2. Lindo!...
    Cerimônia individual e tão necessária!...
    Pulsares limpos e poéticos!...

    Beijos! =)

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  3. Que o coração deixe de ser solitário em breve.

    Isabel Sá
    Brilhos da Moda

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  4. Bom dia, belo poema relativo ao coração solidário.
    Bom fim de semana,
    AG

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  5. Um excelente poema.
    Gostei imenso, minha amiga.
    Bom fim de semana, Aline.
    Beijo.

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  6. Muito sentido e belo na imensa tristeza...
    Beijinhos animadores...
    ~~~

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  7. Uma sede libertadora do caos... chama-se esperança...
    Sempre um prazer imenso, apreciar os seus belíssimos trabalhos, Aline!...
    Beijinhos
    Ana

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