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Recuso-me expressar
o que não me pertence.
A minha palavra nasce crua.
Legítima. Ímpar.
A minha poesia rejeita
qualquer sentimento que
não seja autêntico.
Que não exale
a verdade d’alma.
O meu verso não nasceu
para agradar.
Nasceu para existir
como é.
Por isso, é.
Pois o que importa
é verbalizar
o meu justo sentir.
O que me (co)move.
Escrevo a poesia que me cabe.
E isso me basta.
Escrito por Aline Goulart

E gostamos assim: poesia autêntica.
ResponderExcluirBjos, Si
Olá, sua bela poesia revela o seu puro sentimento, assim, faz dela a mais bela que nasce para existir e ficar, a simplicidade é criadora da beleza, é assim que vejo a suas criações poéticas.
ResponderExcluirContinuação de boa semana,
AG
Amei! A minha palavra nasce crua e impar! Típico de que tem personalidade.Linda poesia! Abraços com desejos de uma noite abençoada.
ResponderExcluirNão apenas escrevamos. Escrevamo-nos.
ResponderExcluirGK
Quem te conhece sabe que esse poema é uma síntese verdadeira do seu caráter. És autêntica por natureza.
ResponderExcluirBeijos e mais beijos.
Adorei sua franqueza, Aline! E do seu jeito de ser... e de dizer...
ResponderExcluirBeijinhos
Ana