Ato não há de mais pleno existir do que o não ato de apenas sentir.GK
O sentir nunca é apenas. É mais.Beijinhos.
A sua poesia exala o verbo sentir. Gosto dos seus versos exatamente por isso. Nós saÃmos daqui valorizando esse verbo precioso.Bjos, Si
Fico feliz em saber. O verbo sentir é a nossa essência primordial.E da minha poesia também.Beijinhos.
Sem qualquer receio. Sem medo de ser. É audácia, sim Aline...Uma boa semana.Um beijo.
Muita audácia! Uma ótima semana para você.Beijinhos.
Quando se estabelecem limites para o sentir... nunca se sente verdadeiramente... há que extrapolar, sim... sem qualquer receio...Beijinho! Feliz semana!Ana
Quando o verbo sentir é verdadeiro, não há limite que impeça dele existir. Beijinhos.
Audácia como atravessar um abismo de olhos vendados.Impetuosamente lindo Aline.Bjs
Obrigada pelo elogio. Adoro os teus comentários, Toninho.Beijinhos.
Ato não há de mais pleno existir do que o não ato de apenas sentir.
ResponderExcluirGK
O sentir nunca é apenas. É mais.
ExcluirBeijinhos.
A sua poesia exala o verbo sentir. Gosto dos seus versos exatamente por isso. Nós saÃmos daqui valorizando esse verbo precioso.
ResponderExcluirBjos, Si
Fico feliz em saber.
ExcluirO verbo sentir é a nossa essência primordial.
E da minha poesia também.
Beijinhos.
Sem qualquer receio. Sem medo de ser. É audácia, sim Aline...
ResponderExcluirUma boa semana.
Um beijo.
Muita audácia!
ExcluirUma ótima semana para você.
Beijinhos.
Quando se estabelecem limites para o sentir... nunca se sente verdadeiramente... há que extrapolar, sim... sem qualquer receio...
ResponderExcluirBeijinho! Feliz semana!
Ana
Quando o verbo sentir é verdadeiro, não há limite que impeça dele existir.
ExcluirBeijinhos.
Audácia como atravessar um abismo de olhos vendados.
ResponderExcluirImpetuosamente lindo Aline.
Bjs
Obrigada pelo elogio.
ExcluirAdoro os teus comentários, Toninho.
Beijinhos.